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Estratégia de Dissonância Cognitiva do Irã

Os actores estatais iranianos empregam narrativas sofisticadas e operações de informação para semear a dissonância cognitiva entre as populações-alvo, influenciando assim a opinião pública para cumprir os seus objectivos geopolíticos. A dissonância cognitiva, identificada por Leon Festinger em 1957, surge da manutenção de crenças contraditórias ou do encontro de informações que entram em conflito com as crenças existentes, levando ao desconforto psicológico. As operações iranianas, principalmente através da criação de conteúdos nas redes sociais, exemplificam a utilização estratégica deste fenómeno. As operações espalham desinformação para fomentar ou agravar a dissonância cognitiva, levando os indivíduos a reconciliar narrativas contraditórias. Além disso, o Irão explora a dissidência interna, emprega simbolismo cultural e religioso e envolve-se em operações cibernéticas para induzir dissonância. Esta abordagem abrangente mostra a importância da dissonância cognitiva como ferramenta nas operações de influência, enfatizando a necessidade de literacia mediática e de contramedidas robustas para mitigar os impactos das campanhas de desinformação. As estratégias iranianas manipulam mecanismos psicológicos, influenciando subtilmente crenças e comportamentos para alinhar a opinião pública com os seus objectivos estratégicos.


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